Querida Maria,
Lavei o cabelo com Herbal Essences e não tive um orgasmo.
Será que sou frígida?
segunda-feira, abril 30, 2007
segunda-feira, abril 23, 2007
segunda-feira, abril 16, 2007
segunda-feira, abril 02, 2007
google yourself
Melhor do que nos encontrarmos na net é encontrar uma série de existências paralelas através dos nossos homónimos.
Eu sou a coordenadora argentina do Projecto de Escolas Prioritárias aborígenes.
E vocês?
Eu sou a coordenadora argentina do Projecto de Escolas Prioritárias aborígenes.
E vocês?
segunda-feira, março 26, 2007
quinta-feira, março 22, 2007
quarta-feira, março 21, 2007
quinta-feira, março 15, 2007
adoro o meu emprego (II)
Assistente: Para onde vai o carro?
Segurado: Para uma oficina em Fornelos.
Assistente: Qual é o nome da oficina?
Segurado: Fornicar.
Segurado: Para uma oficina em Fornelos.
Assistente: Qual é o nome da oficina?
Segurado: Fornicar.
sábado, março 10, 2007
endurable only after a bottle of good red wine
É tão bom que foi a imagem maior que encontrei.

Com a participação especial de António Variações no papel de Malcolm.
Com a participação especial de António Variações no papel de Malcolm.
segunda-feira, março 05, 2007
ser ou não ser
Decisão sensata: deixar de fumar.
Consequência desmotivadora: apetece-me espancar toda a gente.
Consequência desmotivadora: apetece-me espancar toda a gente.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
pub
A mana desnaturada divulga muito em cima da hora que o mano baterista (vulgo Fred) dará amanhã um concerto com uma das suas muitas bandas pelos lados do Rato, às 22h30.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
adoro o meu emprego
Assistente: Diga-me, o que se passa com o veículo?
Segurado: Isto não é um veículo, é uma mota!
Segurado: Isto não é um veículo, é uma mota!
domingo, fevereiro 18, 2007
dias de gato
Aqui há tempos saiu uma reportagem sobre monges tibetanos que cuidam de tigres para que a sua próxima encarnaçao seja melhor (a dos tigres, entenda-se). Felinófila como sou, achei piada à ironia, pois sempre me pareceu que os felinos, principalmente os de estimação, são quem tem a melhor vida de todas.
E pude comprová-lo quando me foi concedida semana e meia de férias. Uma semaninha e meia só para mim, em que tive autênticos dias de gato.
Dormir, comer, sestas ao sol, esticar as pernas, receber mimos... e dormir mais.
Encarnar como gato doméstico é, certamente, o derradeiro estádio da evolução espiritual; uma existência apenas concedida a quem já liquidou todas as dívidas kármicas e aprendeu o que havia a aprender.
Os monges deviam aprender qualquer coisa com os tigres.
E eu devia ter mais uns dias de férias.
terça-feira, fevereiro 13, 2007
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
e a frase vencedora é...
Parafraseando:
Não fui votar porque não pude, mas ainda bem que ganhou o Sim, era mesmo isso que eu queria.
Não fui votar porque não pude, mas ainda bem que ganhou o Sim, era mesmo isso que eu queria.
generation gap
"Marta, vejo sempre o teu blog, só que agora tens lá aqueles jovens, tu-tu-tu... Não me leves a mal, eu respeito as tuas opiniões mas, a bem dizer, já punhas lá outra coisa. Quando os Wham voltarem, aí sim!"
terça-feira, fevereiro 06, 2007
bom dia!
E aqui vos confesso e assumo o meu eterno guilty pleasure... mesmo com as meninas douradas.
Tu-tu-tu-ru.
Tu-tu-tu-ru.
terça-feira, janeiro 30, 2007
quinta-feira, janeiro 18, 2007
segunda-feira, janeiro 15, 2007
as propriedades terapêuticas da sua máquina digital
Quando era mais nova a minha mãe ralhava-me porque só tirava fotos aos outros– o que ainda acontece.
Comprei há tempos uma máquina digital e a descoberta interminável do novo brinquedo levou-me a experimentar algo que, segundo consta, requer inúmeras tentativas falhadas até se chegar a resultados satisfatórios: tirar fotografias a nós próprios. Mas fotografias boas, daquelas que vemos e pensamos, "Ena! Estou mesmo catita!".
A missão é árdua mas não impossível.
Na minha mais recente tentativa, depois de muitas poses blasés - algumas sem testa – ocorreu-me o quão mal conheço o meu próprio rosto. Vejo-o ao espelho todos os dias, é certo, mas está do avesso e a ideia de que o mundo conhece a minha cara melhor do que eu faz-me comichão. Alías, o que conhecemos dos nossos rostos são apenas as expressões que fazemos quando nos apontam uma objectiva (e que, se repararem bem, são quase sempre iguais).
Deixei de lado pretensões artísticas e dediquei-me a explorar a elasticidade da cara.
É uma óptima forma de ver lados nossos que desconhecemos - literalmente! - ... e gostava de deixar para a posteridade mais de mim do que um sorriso Pepsodent.
terça-feira, janeiro 02, 2007
domingo, dezembro 31, 2006
floribella
E é do trabalho, onde enviamos reboques ao som da Natália de Andrade, que vos deixo com o vídeo que nos tem feito companhia durante as Festas.
Bom ano!
Bom ano!
quarta-feira, dezembro 20, 2006
segunda-feira, dezembro 18, 2006
sempre foi a minha preferida
Because of the skin's ubiquity, its two square yards suffer the slings and arrows of fortune more than does any other part of the body. It survives our clumsiness, struggles with gravity, and deliberate violence. Abraded, bruised, even cut, it struggles to hold the insides in and the covering together. The very sensitivity that affords us so much pleasure results from a complex network of nerve endings and specialized cells that also provide the body's alarm system. Unquestionably the bad news in life is pain.
Michael Sims, Adam's Navel
segunda-feira, dezembro 11, 2006
puurrrrrr
M: Então, como foi o filme?
Pessoa Ruiva: Ele aparece... e faz coisas... e está lá.
Não tenho paciência para homens que têm a mania que são bons.
Pior ainda quando fazem beicinho para que se note mais.
Nunca gostei dos filmes do James Bond com as mariquices dos martinis e dos carros e das engenhocas e das meninas.
Mas este é diferente.
Porquê já não me lembro, só sei que ele aparece e faz coisas e está lá.
terça-feira, dezembro 05, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
sexta-feira, dezembro 01, 2006
segunda-feira, novembro 27, 2006
charlotte series IV - bunny special
(Só me dás trabalho, tu!)
no more labour
i must sit and savour
in the knots you're putting
inside my stomach
(...)
come a little closer
to the engine motor
i can love you so
i'll love you so well
no more labour
i must sit and savour
in the knots you're putting
inside my stomach
(...)
come a little closer
to the engine motor
i can love you so
i'll love you so well
quarta-feira, novembro 22, 2006
segunda-feira, novembro 20, 2006
sexta-feira, novembro 17, 2006
tragicomédia
(M, Chefe e Cromo Júnior conversam sobre assuntos de trabalho. Entra Cromo Mor)
Cromo Mor: Como é que se escreve Lusíadas?
Chefe: L-U-Z...
M: S!!!
Cromo Mor: Sim, mas eu queria saber se é com "a" ou com "e".
Coro: "A".
Chefe: Que parvoíce, claro que é com "s".
Cromo Júnior: Sim, mas naquela época havia muitas palavras que eram escritas de maneira diferente. Por exemplo, farmácia era com "ph".
(M sai de cena)
Cromo Mor: Como é que se escreve Lusíadas?
Chefe: L-U-Z...
M: S!!!
Cromo Mor: Sim, mas eu queria saber se é com "a" ou com "e".
Coro: "A".
Chefe: Que parvoíce, claro que é com "s".
Cromo Júnior: Sim, mas naquela época havia muitas palavras que eram escritas de maneira diferente. Por exemplo, farmácia era com "ph".
(M sai de cena)
sexta-feira, novembro 10, 2006
segunda-feira, novembro 06, 2006
dude, where's my car?
Assistente: Onde é que se encontra a viatura?
Segurado: Encostada ao passeio.
Assistente: Mas onde?
Segurado: Em Lisboa.
Assistente: E onde em Lisboa?
Segurado: Linda-a-Velha.
Segurado: Encostada ao passeio.
Assistente: Mas onde?
Segurado: Em Lisboa.
Assistente: E onde em Lisboa?
Segurado: Linda-a-Velha.
charlotte series II
i better not call back
give me a quick slap
maybe i'll slam my teeth on your heart
better not obsess
better not forget
i'm rich as i'll ever be
give me a quick slap
maybe i'll slam my teeth on your heart
better not obsess
better not forget
i'm rich as i'll ever be
a sósia
Licenciada em Literatura Comparada.
Namorou durante 3 anos com um indiano.
O irmão é gay.
Oh, Deus.
Namorou durante 3 anos com um indiano.
O irmão é gay.
Oh, Deus.
sexta-feira, outubro 27, 2006
charlotte series I
how the sky breaks into what we should've formed
and we are no cloud no sun and we're no rainbow that's sure
and we're no heat no street just a vapour in the fog
it's the same sad love song
and it's all right all wrong
and we're too weak too strong
to cut the cord
quarta-feira, outubro 25, 2006
chuva
Uma e tal da manhã.
Temporal.
No terminal do Campo Grande uma camioneta da Barraqueiro que devia ter saído meia hora antes espera que passe a inundação na Calçada de Carriche para poder levar as pessoas para casa.
Porque está a chover muito.
Porque as pessoas só podem chegar a casa passando pela zona inundada.
Diz uma senhora:
- Se houvesse outra empresa de camionetas a fazer concorrência isto já não acontecia.
Temporal.
No terminal do Campo Grande uma camioneta da Barraqueiro que devia ter saído meia hora antes espera que passe a inundação na Calçada de Carriche para poder levar as pessoas para casa.
Porque está a chover muito.
Porque as pessoas só podem chegar a casa passando pela zona inundada.
Diz uma senhora:
- Se houvesse outra empresa de camionetas a fazer concorrência isto já não acontecia.
quarta-feira, outubro 18, 2006
quarta-feira, outubro 11, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
segunda-feira, outubro 02, 2006
aasha rani power
Fui festejar o Navratri no Sábado.
Com um chaniya-choli gentilmente cedido por uma amiga de infância, entrei num templo a abarrotar de gente e sem ar condicionado. Um bocado como a Índia deve ser.
Longe dos rituais demasiado sóbrios a que estamos habituados no ocidente, a noite foi passada entre danças intermináveis, orações cantadas e a amiga indiana cheia de medo que eu estivesse entediada. Sem reparar que os meus pés não paravam de dançar de um lado para o outro...
Venham mais!



Com um chaniya-choli gentilmente cedido por uma amiga de infância, entrei num templo a abarrotar de gente e sem ar condicionado. Um bocado como a Índia deve ser.
Longe dos rituais demasiado sóbrios a que estamos habituados no ocidente, a noite foi passada entre danças intermináveis, orações cantadas e a amiga indiana cheia de medo que eu estivesse entediada. Sem reparar que os meus pés não paravam de dançar de um lado para o outro...
Venham mais!
sexta-feira, setembro 29, 2006
ironias
O interior da prisão de Caxias é assustadoramente parecido com o interior do colégio de freiras onde andei.
quinta-feira, setembro 14, 2006
pim
A Aasha Rani é a personagem central do livro que ando a traduzir.
A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque dorme com todos(as).
A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque não me deixa dormir.
Morra a Aasha Rani. Morra.
A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque dorme com todos(as).
A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque não me deixa dormir.
Morra a Aasha Rani. Morra.
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